Da botecagem além do balcão
Esse post é sobre um amigo.
Ele apareceu no meio dessa coisa toda que chamamos de mercado publicitário.
Por causa do meu repertório curto (mas pouco explorado) resolvi chamá-lo de amigo desde a primeira semana que o conheci.
E ele foi amigo pela piada, pelo almoço simples, pelas besteiras e por pouco mais de duzentos dias que tivemos de conviver juntos.
Nestes dias filmamos o Rui Chapéu, cantamos Johnny Cash no karaokê, nos questionamos pela nossa breve existência e não chegamos a nenhuma conlusão a não ser que existe um pedido “número um” no Samaro.
Não existe nada superficial quando temos um amigo (que seja aquele do bar).
Não existe sentimento mais nobre do que do desabafo, do erguer o punho na sua indignação e ter o dono da garrafa para te segurar e dizer “amigo, calma”.
Esse meu amigo hoje passa para o time dos pais. Um time para poucos e MUITO bons.
O time dos pais é aquele que ensina o moleque a chupar o colarinho da cerveja e ensina a menina a ser a protegida dos seus amigos.
O que vier será coberto de carinho e um monte de amigos.
Uns bem mais velhos que ele(a). E talvez ele(a) nem entenda isso…
Mas conte com o que chamam de fraternidade para bem receber o que vem de você.
Hoje é dia de beber. Hoje é dia de festejar.
Saúde, amigo!
Guilherme Jotapê
@gui_jotape
12.10.2011
às 02:51 em Especiais.
Comments (1)

Porra JP … assim eu vou chorar man …
Muito obrigado pela sua homenagem … só poderia vir de alguém foda como você.
Você vai ser um tio do caralho … ahahhahaha
Um grande abraço … e vamo no Nº 1 …