A Lapinha
Definitivamente nos meu top 10 de bares, A Lapinha é daqueles botecos de parada obrigatória. E é um ABSURDO eu nunca ter escrito sobre ele.
Fica na região da Vila Romana e no último dia 24 de Setembro comemorou 10 anos! No mesmo dia do aniversário d Botecagem!!!
Só de saber isso, já temos motivo suficiente pra encher a cara.
Mas voltando ao assunto, A Lapinha é um lugar muito bacana, com a pegada dos bares da Lapa carioca.
O atendimento é muito bom e esse clima de bar de esquina, com mesa na rua e tal, faz com que a gente engrene na botecagem, no papo e perder a pressa de qualquer coisa.
E nessa onda que acabamos ficando, não é mesmo, caro amante do copo gelado…
Nossas recomendações:
Pastéis da Horta
Meia dúzia de pastéizinhos (tamanho médio – maior do que os de porções comuns e mais ou menos 1/3 do pastel de feira)
Recheado com couve e gorgonzola.
Se Deus em um tacho, ele mistura couve com gorgonzola.
Pernil aperitivo
Cubinhos bem temperados de pernil servidos como porção.
Acompanha uma farofinha especial e serve fácil pra duas pessoas.
Jiló Chips
Jiló feito pra você que não gosta de jiló.
Vem como batatinhas chips numa cumbuquinha.
Combina com o choppinho gelado lá, hein.
Aí você me pergunta: “e pra beber?”
Pra beber tem um choppinho Brahma bem tirado e uma carta de drinks inspirada em barmen de outros bares de São Paulo (é bem legal).
Meus favoritos:
Doce ilusão
Batida de côco.
Você acha que é uma bala em forma líquida e nem percebe o efeito que o diabinho dentro do copo está causando.
Pepe legal (meu favorito)
Junte tequila, limão, açúcar, gelo e gengibre num copo. Pronto. Você está olhando para um recipiente cheio de felicidade.
Lá eles também criam um macaco na árvore da esquina. Vale ir lá dar uma olhada no bichinho mas é importante respeitar o sinal de “Não alimentar o macaco”.
Agora pra entrar no clima, aperta o play e lê a letra!
Lapinha (Baden Powell)
Quando eu morrer me enterre na Lapinha,
Quando eu morrer me enterre na Lapinha
Calça, culote, palitó almofadinha
Calça, culote, palitó almofadinha
Vai meu lamento vai contar
Toda tristeza de viver
Ai a verdade sempre trai
E às vezes traz um mal a mais
Ai só me fez dilacerar
Ver tanta gente se entregar
Mas não me conformei
Indo contra lei
Sei que não me arrependi
Tenho um pedido só
Último talvez, antes de partir
Quando eu morrer me enterre na Lapinha,
Quando eu morrer me enterre na Lapinha
Calça, culote, palitó almofadinha
Calça, culote, palitó almofadinha
Sai minha mágoa
Sai de mim
Há tanto coração ruim
Ai é tão desesperador
O amor perder do desamor
Ah tanto erro eu vi, lutei
E como perdedor gritei
Que eu sou um homem só
Sem saber mudar
Nunca mais vou lastimar
Tenho um pedido só
Último talvez, antes de partir
Quando eu morrer me enterre na Lapinha,
Quando eu morrer me enterre na Lapinha
Calça, culote, palitó almofadinha
Calça, culote, palitó almofadinha
Adeus Bahia, zum-zum-zum
Cordão de ouro
Eu vou partir porque mataram meu besouro
A música inspirou o bar e quem inspirou Baden foi o Besouro Mangangá, um capoeirista valente do começo do século passado.
A Lapinha
www.alapinha.com.br
Rua Coriolano,336 – Vila Romana – São Paulo ´SP
Tel: 11 36727191- Hor: Das 12:00 às 01:00hs.
Segunda à Sábado – Domingo fecha.
email: clientes@alapinha.com.br
Guilherme Jotapê
@gui_jotape
10.10.2011
às 09:28 em Resenha.
Comments (1)



Poxa, gostei! Muito legal. Sou do interior mas vou pra capital qualquer dia conhecer!
Ass: Caio
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